TEMA II
MODELOS E TENDÊNCIAS EVOLUTIVAS NOS SISTEMAS EDUCATIVOS
Quando se reflete sobre educação e sistemas educativos, os temas tornam-se complexos pela diversidade e interligações dos diferentes domínios: sociais, políticos, económicos, científico, ético e outros que implicitamente estejam relacionados com estes sistemas. Porém, não podemos ignorar a necessidade de refletir sobre estas questões pela pertinência e pela necessidade de adequar os sistemas de ensino às atuais realidades que as sociedades manifestam, sejam elas mais ou menos desenvolvidas. A educação, encarada de forma estruturada, exige processos de aplicação, regulamentação e de resposta às exigências sociais e ainda, na preparação de cidadãos responsáveis, participativos e produtivos. Assim, o sistema educativo de um país é o meio pelo qual os cidadãos são preparados para os desafios da sociedade, de modo a estarem aptos no sentido de enfrentarem as mudanças que ocorrem de forma continuamente.
No filme de Alvin e Heidi Toffler, estes defendem a substituição do sistema de ensino público na maior parte dos países, pois entendem que o sistema de ensino atual está ultrapassado, tendo em conta que continua a preparar as pessoas para ontem e não para amanhã. Segundo estes, o sistema educativo está direcionado no sentido de preparar as crianças para o trabalho numa fábrica em que estas devem cumprir horários rígidos e repetir sempre a mesma tarefa. No entanto, o século XXI, período de grandes mudanças e viragens, tem-se verificado que muitas pessoas já trabalham em casa com horários flexíveis. Há uma mudança de estilos de vida, de emprego e exigências sociais.
Alvin e Heidi Toffler sabem que, havendo a necessidade da substituição do sistema de ensino, a mudança será difícil e arriscada, uma vez que existem muitas pessoas a trabalhar nas escolas que podem perder os seus empregos.
Neste filme, Ken Robinson fala-nos da necessidade de mudar o paradigma da Educação o qual se baseia em pressupostos desatualizados. Todos os países do mundo estão, atualmente, a tentar fazer reformas nos seus sistemas de ensino e de uma forma geral o autor apresenta-nos algumas linhas da evolução histórica deste sistema. Refere, ainda, que a escola estava direcionada para preparar os alunos para uma vida de trabalho semelhante às fábricas de produção. Até os edifícios escolares assemelhavam-se às fábricas: os toques das campainhas que obrigavam os alunos a estarem à mesma hora na sala de aula, espaços separados por salas onde se lecionam disciplinas diferentes, onde as aprendizagens são feitas distintamente umas das outras. Apesar de hoje em dia haver uma tentativa de conjugar os conhecimentos de várias disciplinas através de projetos de flexibilidade, mas que, em muitas escolas, esses projetos continuam a ser trabalhados de forma separada por essas disciplinas. Com o aparecimento e o desenvolvimento das novas tecnologias os alunos mostram-se mais interessados por estas do que pela escola, uma vez que estas são mais estimulantes e, tornam os alunos menos concentrados e mais individualistas, não estando preparados para a exigência de uma globalização. Aponta, também, que o uso de medicação excessiva para resolver o problema da falta de atenção, torna, também, os alunos menos ativos e menos eles próprios.
É, também, dada relevância às Artes e Humanidades uma vez que estas áreas ajudam no aperfeiçoamento do desenvolvimento humano e na inteligência emocional dos indivíduos.
Assim, no filme, "Mudança de Paradigmas" o autor sugere que se deveria definir os sistemas educativos numa estratégia pedagógica do pensamento divergente como caminho necessário para se alcançar a criatividade nas escolas (capacidade para se encontrar várias respostas para um único problema), e na necessidade de encontrar um novo paradigma global para se ultrapassar estas dificuldades.
Alvin e Heidi Toffler sabem que, havendo a necessidade da substituição do sistema de ensino, a mudança será difícil e arriscada, uma vez que existem muitas pessoas a trabalhar nas escolas que podem perder os seus empregos.
Neste filme, Ken Robinson fala-nos da necessidade de mudar o paradigma da Educação o qual se baseia em pressupostos desatualizados. Todos os países do mundo estão, atualmente, a tentar fazer reformas nos seus sistemas de ensino e de uma forma geral o autor apresenta-nos algumas linhas da evolução histórica deste sistema. Refere, ainda, que a escola estava direcionada para preparar os alunos para uma vida de trabalho semelhante às fábricas de produção. Até os edifícios escolares assemelhavam-se às fábricas: os toques das campainhas que obrigavam os alunos a estarem à mesma hora na sala de aula, espaços separados por salas onde se lecionam disciplinas diferentes, onde as aprendizagens são feitas distintamente umas das outras. Apesar de hoje em dia haver uma tentativa de conjugar os conhecimentos de várias disciplinas através de projetos de flexibilidade, mas que, em muitas escolas, esses projetos continuam a ser trabalhados de forma separada por essas disciplinas. Com o aparecimento e o desenvolvimento das novas tecnologias os alunos mostram-se mais interessados por estas do que pela escola, uma vez que estas são mais estimulantes e, tornam os alunos menos concentrados e mais individualistas, não estando preparados para a exigência de uma globalização. Aponta, também, que o uso de medicação excessiva para resolver o problema da falta de atenção, torna, também, os alunos menos ativos e menos eles próprios.
É, também, dada relevância às Artes e Humanidades uma vez que estas áreas ajudam no aperfeiçoamento do desenvolvimento humano e na inteligência emocional dos indivíduos.
Assim, no filme, "Mudança de Paradigmas" o autor sugere que se deveria definir os sistemas educativos numa estratégia pedagógica do pensamento divergente como caminho necessário para se alcançar a criatividade nas escolas (capacidade para se encontrar várias respostas para um único problema), e na necessidade de encontrar um novo paradigma global para se ultrapassar estas dificuldades.